Pular para o conteúdo
Atendimento com agendamento · seg. a sex., 7h30 às 17h (62) 3661-0052 · comercial@plataformaocupacional.com.br
MT13Medicina Ocupacional · Goiânia

PCMSO e PGR em Goiânia

O PGR identifica e controla os riscos do trabalho; o PCMSO acompanha a saúde de quem está exposto a eles. A MT13 elabora os dois programas de forma integrada, inclusive o PGRTR para empresas do meio rural.

Dois programas que conversam

Pense no PGR como o mapa dos riscos da empresa e no PCMSO como o plano de cuidado com a saúde de quem circula por esse mapa. Se o PGR aponta ruído em um setor, o PCMSO prevê audiometria para quem trabalha ali. Se o PGR é revisado porque um processo mudou, o PCMSO precisa acompanhar. Por isso faz sentido elaborar os dois com a mesma equipe.

Serviços desta área

PGR: o gerenciamento de riscos da NR-1

O Programa de Gerenciamento de Riscos materializa o GRO, o processo contínuo de gestão de riscos exigido pela NR-1. Ele reúne dois documentos centrais:

  • Inventário de riscos: perigos identificados por setor e atividade, avaliação dos riscos e grupos de trabalhadores expostos;
  • Plano de ação: medidas de prevenção, responsáveis e cronograma de implantação e acompanhamento.

O PGR inclui riscos físicos, químicos, biológicos, de acidentes e ergonômicos, e a NR-1 também passou a incluir os fatores de riscos psicossociais no GRO. Veja como tratar esse ponto em riscos psicossociais.

PGRTR: o programa do trabalho rural

Fazendas, agroindústrias, granjas e empresas que atuam no campo seguem a NR-31, que tem o seu próprio programa: o PGRTR. A lógica é parecida com a do PGR, mas com atenção a riscos típicos do meio rural, como agrotóxicos, máquinas agrícolas, animais, trabalho a céu aberto e alojamentos. Quando há uso de agrotóxicos, o PCMSO pode prever a dosagem de colinesterase, explicada em monitoramento biológico.

PCMSO: o controle médico da NR-7

O PCMSO define, para cada grupo de trabalhadores, quais exames clínicos e complementares devem ser feitos e em que momentos. Também prevê a conduta diante de resultados alterados e a elaboração do relatório analítico do programa. É ele que dá base para os exames ocupacionais e o ASO.

PGR / PGRTRPCMSO
NormaNR-1 / NR-31NR-7
FocoRiscos do ambiente e das atividadesSaúde dos trabalhadores expostos
Documentos principaisInventário de riscos e plano de açãoPrograma de exames e relatório analítico
Responsável técnicoProfissional de segurança do trabalhoMédico responsável pelo programa

Como elaboramos os programas

  1. Levantamento. Coleta de informações sobre setores, funções, processos, produtos e número de trabalhadores.
  2. Visita técnica. Reconhecimento dos riscos no local, conversa com gestores e observação das atividades.
  3. Inventário e plano de ação. Avaliação dos riscos e definição das medidas de prevenção, com prioridades.
  4. PCMSO. Definição dos exames por função a partir do inventário de riscos.
  5. Acompanhamento. Revisão sempre que houver mudança de processo, acidente ou nova informação relevante.

Sinais de que os programas precisam de revisão

Programa bom é programa vivo. Alguns sinais indicam que o PGR e o PCMSO da empresa ficaram para trás:

  • Novos setores, máquinas, produtos químicos ou funções que não aparecem no inventário;
  • Acidentes ou adoecimentos que o plano de ação não previa;
  • Exames pedidos por hábito, sem relação com os riscos descritos;
  • Mudança de endereço, reforma do ambiente ou terceirização de atividades;
  • Documentos que não batem com o que é enviado ao eSocial.

Nesses casos, a revisão evita retrabalho e reduz a exposição da empresa em fiscalizações e processos trabalhistas. Se quiser um diagnóstico mais amplo, a auditoria de SST confere todos os documentos de uma vez.

O que muda para o RH no dia a dia

Com os programas atualizados, o RH sabe exatamente quais exames pedir para cada cargo, consegue responder a fiscalizações com documentos coerentes e tem a base para enviar o evento S-2240 ao eSocial SST. Os programas também alimentam o LTCAT e os laudos previdenciários e trabalhistas.

Terceirizados, filiais e obras

Algumas situações exigem atenção extra. Empresas que contratam prestadores de serviço precisam trocar informações de riscos com a contratada, para que os dois PGRs conversem. Quem tem mais de um estabelecimento deve ter o gerenciamento de riscos de cada local. E atividades temporárias, como obras e montagens, pedem documentos específicos para a frente de trabalho. A MT13 avalia essas particularidades no levantamento inicial.

Por que escolher a MT13

Elaborar PGR e PCMSO com a mesma equipe evita contradições entre os documentos e acelera a execução dos exames, que são feitos no mesmo fluxo da clínica. Atendemos empresas de Goiânia e da região metropolitana, urbanas e rurais. Para se aprofundar, leia PCMSO: o que é e quem precisa e PGR: como funciona o gerenciamento de riscos.

Tire suas dúvidas

Perguntas frequentes

PGR e PCMSO são a mesma coisa?

Não. O PGR, previsto na NR-1, trata da identificação, avaliação e controle dos riscos ocupacionais. O PCMSO, da NR-7, define o acompanhamento médico dos trabalhadores com base nesses riscos. Um depende do outro.

O PGR substituiu o PPRA?

Sim. Com a revisão da NR-1, o gerenciamento de riscos passou a ser feito pelo PGR, dentro do GRO, e o PPRA deixou de existir como programa.

Pequenas empresas também precisam desses programas?

A NR-1 prevê tratamento diferenciado para algumas microempresas e empresas de pequeno porte que declaram não ter exposição a agentes físicos, químicos ou biológicos. Mesmo nesses casos, os exames ocupacionais continuam obrigatórios. Vale avaliar caso a caso.

Próximo passo

Conte o que a sua empresa precisa

Nossa equipe responde pelo WhatsApp e monta a proposta de acordo com os riscos e o tamanho do seu time.